
O Stage 3 do IEM Cologne Major 2026 não está sendo fácil para a Legacy. Além de acumular duas derrotas na fase decisiva do torneio, a equipe brasileira enfrenta um problema extra: uma gripe que tem atingido parte do elenco. Apesar do desconforto físico, o capitão Andrei “arT” Piovezan descarta que o problema de saúde seja o principal motivo dos resultados negativos.
Em entrevista ao Dust2 Brasil, o líder da Legacy reconhece que a gripe afeta o rendimento físico e exige mais tempo de descanso entre os jogos, mas faz questão de separar as coisas. Para arT, as derrotas têm mais a ver com execução tática e momentos-chave dos mapas do que com o estado de saúde dos jogadores.
“Sempre é um fator que atrapalha, pela exaustão física. Temos um tempo mais curto para preparar, à noite temos que descansar mais, dormir mais, para poder trabalhar pela manhã”, explicou o capitão. “Com certeza impacta, mas não tem muita correlação com termos jogado mal. Foram outros motivos, poderíamos ter jogado muito melhor independentemente da situação”, completou.
Na análise dos jogos, arT detalhou o que saiu de nos mapas disputados. Na Inferno, a equipe perdeu a guerra econômica logo nos rounds iniciais, o que comprometeu o restante do confronto. Já na Ancient, o primeiro tempo foi competitivo, mas a conversão no lado TR — especialmente no pistol e no primeiro armado — fez falta. “Perdemos o pistol e o primeiro armado valia muito. E aí, basicamente, desandou”, resumiu.
Agora, a Legacy precisa vencer três jogos consecutivos para avançar aos playoffs do Major, uma tarefa difícil mas não impossível. A equipe segue no torneio e busca a reabilitação já nos próximos confrontos.
Fonte: Dust2.com.br
